Blogueira americana acima do peso satiriza anúncios da Abercrombie & Fitch

A grife americana Abercrombie & Fitch virou notícia, mais uma vez, por conta de “alfinetadas” de internautas.

Semana passada, após a grife ter se tornado alvo de críticas por decidir associar a marca apenas a pessoas consideradas bonitas, uma campanha na internet propôs vestir moradores de rua com artigos da grife (veja a campanha clicando aqui).

Dessa vez, foi Jes – dona do blog americano The Militant Baker – que causou polêmica ao postar fotos satirizando anúncios da grife.

Blogueira acima do peso satiriza anúncios da grife Abercrombie & Fitch

A iniciativa surgiu depois de Robin Lewis, coautor do livro “The Rules of Retail”, ter causado polêmica ao afirmar ao site “Business Insider” que a empresa optou por não vender roupas femininas nos tamanhos XL e XXL (XG e XXG no Brasil) para que a marca seja ligada apenas a pessoas “magras e bonitas”.

Em uma declaração feita em 2006, pelo presidente da empresa, Mike Jeffries disse: “Em toda escola existem as crianças legais e populares e as crianças ‘não tão legais’. Nós vamos atrás das legais. (…) Muitas pessoas não servem [em nossas roupas] e não devem servir. Somos excludentes? Absolutamente.”

Em seu blog, Jes fez uma postagem com o título “TO: MIIKE JEFFRIES, C/O ABERCROMBIE & FITCH” (Em português “Para Mike Jeffries, da Abercrombie & Fitch), onde expõe a ideia de que a marca traz a ideia de que as mulheres acima do peso são “fracassos sociais, sem valor e indesejáveis”.

“Na nossa cultura, nunca vemos fotos que combinem mulheres baixas, gordas e não-convencionais com modelos profissionais não-baixos e não-gordos. Em grande parte, isso se deve a companhias como a sua que perpetuam a imagem de que mulheres gordas não são bonitas”, completa a blogueira na carta/post.

E então, o que vocês acharam da atitude tomada pela blogueira Jes?

@

Meu nome é criatividade e Feliciano não me representa

Independente da posição política, religiosa, racial, social e sexual de cada um, é fato que os protestos contra o pastor Marco Feliciano, da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, ganharam o pais.

O que mais chama a atenção é a criatividade dos protestantes, como em algumas das manifestações abaixo, vistas em redes sociais.

02campanhafelicianonaomerepresentamariorep 04campanhafelicianonaomerepresentamalcriadorep 05campanhafelicianonaomerepresentamussumrep 11campanhafelicianonaomerepresentaevangelicarep 164427463938173677409189842184n 4812584636035137108751044603225n 4875124641511936561071966681788n 4877134611520772893522064898558n 5767844641528769892721435189416n et-feliciano felicianobolo pastor

Só para constar, o Publicitário Pobre é contra todo e qualquer tipo de racismo e preconceito, com ou sem Feliciano.

@_hrdias

”Playboy” de grife

Sem dúvida, a última campanha publicitária da empresa americana American Apparel fez o site da grife ser bombardeado pelas visitas dos cuecas de plantão.

O que a empresa não esperava é que uma singela mãe e sua filha de 12 anos fossem ver o site e se sentissem incrivelmente chocadas com as imagens que mostravam algumas mulheres de topless.

Resultado: foram proibidas sete imagens do site, por possuirem conteúdo “sexualmente sugestivo”.

A American Apparel ficou conhecida nos Estados Unidos pelas campanhas espirituosas, provocativas e que incitam o teor sexual, mostrando modelos jovens com roupas apertadas e as vezes transparentes.

A marca já fez concursos para eleger a “bunda mais bonita do mundo” e tem como característica não utilizar modelos famosas nas campanhas. Além disso, também carrega uma rixa com o governo norte americano, por trazer mensagens contra a política de imigração do país.

Quer ou não causar?

untitled - Cópia

Uma das imagens que foram retiradas do site

@_hrdias

Consciência Negra: como não lembrar da Benetton?

A marca italiana com a famosa etiqueta verde e as palavras “United Colors of Benetton” tem a publicidade como uma característica e hoje, 20 de novembro, Dia da Consciência Negra, não poderíamos deixar de mencionar algumas polêmicas propagandas que abordaram o racismo.

Desde a contratação de Oliviero Toscani, fotógrafo que trabalhou na empresa de 1982 a 2000, a companhia optou por uma estratégia de comunicação na qual os grandes temas, e não as roupas, assumem o papel principal. Como resultado, além de alguns (vários) ataques judiciais, houve o significativo aumento das vendas.

Veja algumas das propagandas veiculadas nos anos 90 que retrataram o racismo e, apenas para lembrar, somos todos Publicitários Pobres, sem diferenças de cor ou de raça!

@_hrdias