Noé – “Uma arca e um dilúvio de polêmicas”

Noé

Após A Paixão de Cristo, o filme Noah, ou Noé do judeu Darren Aronofsky (Fonte da Vida, Cisne Negro) é a nova produção que vai deixar muita gente intrigada, outros nem tanto. O filme que traz para as telonas (03/04) a história bíblica de um homem (Russell Crowe), sua mulher (Jennifer Connelly), filhos (Emma Watson) e um casal de cada espécie de animais, não necessariamente nessa ordem, teve sua pré-estreia antecipada para essa quinta-feira 20 no Rio e contou com a presença do protagonista Russel Crowe.família

O filme da Paramount Pictures que descreve a passagem de Genesis (6, 7 e 8) onde um Deus irado com a perversidade humana resolve destruí-la através de um dilúvio, já foi censurado em diversos países do Oriente Médio, especialmente os de religião islâmica e muçulmana. Nos Emirados Árabes Unidos, Qatar, Bahrein e Koweit a exibição do filme já foi boicotada e o mesmo não será exibido.Arca

Um dos principais motivos é a representação física de Noé, uma vez que o ato de representar ícones da bíblia (profetas) é tido como ação pecaminosa. Em uma tentativa de amenizar a situação foi incluído no material de marketing do filme um lembrete de que “foram tomadas liberdades artísticas”, na representação cinematográfica que teve um orçamento de 125 000 000 $.

Assista ao Trailer:

Lembrando que não é a primeira vez que a arca de Noé navega nos cinemas. Em 2007 o ator e comediante Steve Carell viveu Evan em A Volta do Todo Poderoso, um deputado que recebe de Deus a missão de construir uma arca e salvar a sua cidade de um “dilúvio”.Poderoso

Resta saber agora se em terras brasileiras o novo dilúvio vai levar muita gente ao cinema, ou só vai gerar mais polêmica.

Por: Fê Mendonça

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Invocação do Mal: o filme de terror mais assustador do ano estreia hoje

Invocação do Mal - Poster divulgação

Do mesmo diretor de Jogos Mortais e Sobrenatural, Invocação do Mal (The Conjuring) é o novo filme de terror de James Wan, que estreia hoje no Brasil, sexta-feira, 13 (sugestivo, não?) de setembro.

Pra dar uma supervontade de assistir, não deixe de ver a reação do público na pré-estreia do site Omelete, da Uol. Confesso que, pela galera, superou totalmente as minhas expectativas.

Depois, confira o trailer:

Escrito pelos gêmeos Carey e Chad Hayes (Terror na Antártida, A Colheita do Mal), o filme é baseado em histórias reais. Na trama, o casal Edward (demonologista) e Lorraine Warren (clarividente), interpretados por Patrick Wilson e Vera Farmiga, encaram o caso mais assustador de suas carreiras: o caso da família Perron, assombrada em 1971 em uma casa de campo na cidade de Harrisville, em Rhode Island, EUA.

A família Perron está lançando também a trilogia de livros House of Darkness House of Light sobre a experiência, pra quem quiser ir além do filme.

Eu não vejo a hora de assistir e passar vergonha gritando no cinema. E você, deu vontade de assistir?
 
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@junavarro

A vida em preto e branco – Keira Knightley é Coco Chanel

Conhecida pelos filmes de época,  Keira Knightley é o rosto da Channel há alguns anos, mas dessa vez a atriz foi mais longe e decidiu encarnar a própria fundadora da marca.

Keira-Knightely-as-Coco-ChanelDirigido pelo estilista Karl Lagerfeld,  atual mente criativa da Chanel, “Once upon a time…” é um curta de 18 minutos feito especialmente para celebrar o 100º aniversário da casa.

Depois de Audrey Tautou e Shirley MacLaine, Knightley foi escolhida para dar vida àquela que é muito provavelmente o maior nome da moda de todos os tempos.

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Lagerfeld, atual mente criativa da Chanel e lenda viva para os fashionistas

Em 1913, uma jovem mulher de apenas 30 anos, chamada Gabrielle Bonheur Chanel, abriu sua primeira loja em Deauville, litoral francês, e o filme narra exatamente este momento- o início da lenda . Completamente em preto-e-branco, podemos acompanhar algumas das influências que Coco recebeu e que se tornariam essenciais para a criação da sua icônica marca.

Confira o filme completo.

DICA DA SEMANA: “BABEL” (2006)

Brad Pitt, que desistiu de atuar em “Infiltrados” (filme multi-vencedor do Oscar de 2007 e que ele também produziu) para protagonizar “BABEL”, entra na pele de Richard, turista americano no Marrocos, em uma das melhores atuações de sua carreira.

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“BABEL” retrata 4 histórias diferentes e fragmentadas, contadas simultaneamente. Há um núcleo no qual o casal Richard (Brad Pitt) e Susan (Cate Blanchett), em viagem ao Marrocos, passa por momentos de agonia quando Susan é atingida por uma bala perdida no meio do deserto, dentro do ônibus de turistas. Neste contexto, é contada a história de dois jovens irmãos, que saem pelo deserto marroquino de posse de uma espingarda recebida das mãos do pai. Nos EUA, ao mesmo tempo, os filhos do casal, Debbie (interpretada por Elle Fanning, irmã da talentosa Dakota) e Mike, são levados a um casamento na fronteira mexicana por sua babá Amélia. Em um último enredo, é trazida a rotina de uma surda-muda no Japão, Chieko, que vive com seu pai e com memórias da trágica perda de sua mãe.

Ao longo do filme, entendemos como são construídos os laços infindáveis entre as histórias, e porque elas estão lá. Conforme você imaginou, o título de “BABEL” remete ao míto bíblico da Torre de Babel, e não por acaso a incompreensão entre pessoas e culturas propositalmente mostradas no filme é derivada do episódio no qual homens se desentendem ao tentar construir uma ferramenta para chegar aos céus. E a narrativa do filme justifica plenamente seu título.

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O diretor mexicano Alejandro González Iñárritu constrói mais uma vez seu mosaico dramático característico em “BABEL”, completando o que foi chamado por ele de “Trilogia da Dor”, depois do primeiro e mais simples “Amores Perros” (2000), e do seguinte e mais violento “21 Gramas” (2003). Juntamente com o também mexicano Alfonso Cuarón e o espanhol Pedro Almodóvar, Alejandro desponta nos 10 últimos anos com uma vertente de “câmera nos ombros” do cinema latino-americano, que já está marcando época no cinema moderno.

Dono de uma direção que transborda espontaneidade, Iñárritu acerta em cheio também no elenco de “BABEL”, convocando mais uma vez seu xodó Gael Garcia Bernal, o Che Guevara de “Diários de Motocicleta”. Além das presenças de Pitt e Blanchett, a grata surpresa do longa, com uma atuação indicada ao Oscar, fica por conta da atriz mexicana Adriana Barraza (Amélia, a babá), que desempenha um papel difícil com muita competência. Um detalhe curioso é que muitos dos membros do elenco nunca chegaram a conhecer uns aos outros até o lançamento do filme devido à distância entre os sets de filmagens.

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Com 7 indicações à estatueta de ouro (Direção, Edição, Melhor Filme, Atriz Coadjuvante – Adriana Barraza e Rinko Kikushi – e Roteiro Original), vencedor da direção em Cannes e drama no Globo de Ouro, pode-se destacar o prêmio de Melhor Trilha-Sonora no Oscar para Gustavo Santaolalla, que faz toda a diferença no contexto de “tragédia iminente” imputado em toda a trama

Um clima de medo implícito confabulado às fragilidades das emoções e sensações humanas. Fragilidades, estas, que não são somente demonstradas, e sim escancaradamente jogadas aos nossos olhos. É impossível não se sensibilizar com os acontecimentos dramáticos dos personagens de “BABEL”. Este é o contexto geral de um filme que é daqueles que mexe com nossas emoções. Um filme humano, verdadeiro e tocante. Sem dúvida alguma, se você é humano e se interessa por dramas humanos (não é regra?!), você deve assistir “BABEL”.

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FICHA TÉCNICA
Diretor: Alejandro González Iñárritu
Produção: Steve Golin, Jon Kilik, Alejandro González Iñárritu
Roteiro: Guillermo Arriaga
Fotografia: Rodrigo Prieto
Trilha Sonora: Gustavo Santaolalla
Duração: 142 min.
Ano: 2006
País: EUA/ França/ México
Gênero: Drama
Cor: Colorido
Distribuidora: Não definida
Estúdio: Anonymous Content / Paramount Vantage / Paramount Pictures / Zeta Film / Central Films / Media Rights Capital
Classificação: 16 anos

@LeFernandes1

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DICA DA SEMANA: “Preciosa – Uma História de Esperança” (2009)

Pense num filme chocante. Pense num filme perturbador, difícil. Um filme impactante, surpreendente. Estes e muitos outros adjetivos seriam necessários para definir o que exatamente se passa em “Preciosa” (Precious, do título em inglês).

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Com nome de novela mexicana, este longa em nada tem relação com os pseudo-dramas latinos dos anos 1990. A história se passa no Harlem, bairro de Nova York, em 1987. Claireece ‘Preciosa’ Jones, mais conhecida como ‘Preciosa’ (Gabourey Sidibe), é uma adolescente de 16 anos que está grávida pela segunda vez do próprio pai. Sua primeira filha, que mora com sua avó, é carinhosamente chamada de “mongo” – proveniente de mongolóide – pois é portadora da Síndrome de Down, e é através dela que Mary (Mo’Nique), mãe de Preciosa, recebe a renda do governo quando uma vez por mês a menina é trazida para sua casa no intuito de enganar a assistente social.

O filme conta em detalhes como Preciosa é maltratada, subjulgada, ofendida e agredida a todo momento por sua mãe e por seus amigos da escola, e como sua esperança se esvai à medida em que não existe qualquer amor ou carinho que a acalente.

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O roteiro, baseado no livro “Push”, da autora que foi professora no Harlem e viu essa história de perto, Sapphire – pseudônimo de Ramona Lofton – é cuidadosamente bem construído pelo diretor Lee Daniels. Filmado em apenas cinco semanas, Daniels dá um tom de drama humano ao filme que nos salta aos olhos, evidenciando que os nossos problemas em nada são comparáveis aos vividos por Preciosa.

Mo’nique (atriz que tem origem na comédia), mãe da nossa heroína e um dos personagens mais asquerosos que o cinema já mostrou, dá um show de atuação em sua interpretação vencedora do Oscar. Uma mulher amargurada e rancorosa, Mary só pensa em si mesma e não está nem ai para a filha ou para a neta. Seu olhar de indiferença, em relação aos problemas ao redor, chega a aterrorizar qualquer espectador com mínimas sensações humanas de carinho ou afeto.

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“Preciosa” é, além de tudo, uma história que precisa ser contada. Uma história que precisa chegar até nós. É uma realidade pesada, conturbada, mas que no filme é contada de forma convincente e sensível. Uma história tão real quanto a naturalidade da atriz estreante (e indicada ao Oscar) de nome difícil, Gabourey Sidibe, que fez o teste para o papel de Preciosa apenas 6 semanas antes do início das filmagens por sugestão e indicação de amigos.

“Preciosa” é um filme que você não vai ver para se distrair, muito menos para se divertir. Mas que, sem dúvida, você não deve deixar de assistir.

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FICHA TÉCNICA

Diretor: Lee Daniels
Roteiro: Geoffrey Fletcher
Produção: Oprah Winfrey; Tyler Perry
Fotografia: Andrew Dunn
Trilha Sonora: Mario Grigorov
Duração: 110 min.
Ano: 2009
País: EUA
Gênero: Drama
Cor: Colorido
Distribuidora: PlayArte
Estúdio: Lee Daniels Entertainment / Lionsgate / Smokewood Entertainment Group
Classificação: 12 anos

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O trailer/teaser mais “instigante” da história do cinema.

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Todo mundo que assiste um trailer novo, fica instigado, tentado, curioso e tudo mais.
Agora imagine um trailer que cause apenas isso, apenas o mais puro desejo de assistir ao filme em questão.

Apresento a vocês o mais instigante trailer/teaser da história do cinema.
(Na humilde opinião do autor que vos fala!)

Quer ficar ainda mais INSTIGADO?
Veja os prêmios que este documentário ganhou até agora:

• 45º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro – melhor direção, melhor montagem, melhor direção de arte e melhor filme pelo júri popular, todos na categoria documentários.
• 28º Festival Internacional de Cinema de Guadalajara – menção especial
• 9º Festival Internacional de Documentários ZagrebDox – menção especial
• Films de Femmes 2013 – melhor documentário

Quer mais?
Olha só a opinião de quem já assistiu:

“ELENA é uma das experiências mais agudas e dilacerantes que já vivi no cinema.
De uma beleza incomum, o filme fica entranhado em nós por um longo tempo. Imperdível!”

Walter Salles
Diretor de “Central do Brasil”

“ELENA é uma experiência cinematográfica rara. Isto é devido à profundidade com que aborda as relações emocionais entre as três personagens e pela delicadeza poética de suas texturas, sons e texto. É como um fio que se desenrola na nossa frente e de repente estamos presos num nó sem saída. Mas o tempo ou a própria vida se encarrega de transformar o que era tragédia em memória, desfazendo o nó e deixando a vida voltar a fluir. Um filme que provoca 60 insights por minuto.”

Fernando Meirelles
Diretor de “Cidade de Deus”

“No centro, o evento trágico de uma vida interrompida cedo demais. Os vivos se despedaçam. O filme reintegra os pedaços, na medida em que isso é possível, ou seja, imperfeitamente. Não existe a ingenuidade de achar que a arte recupera a plenitude anterior ao drama. É o contrário, creio. Através do filme, o que se tenta é encontrar um modo de conciliar-se com a irrevogabilidade da morte, aprendendo a viver com o que fará falta para sempre. Se não existe desfecho limpo, de laço de fita, tampouco há prostração, pois é preciso seguir vivendo – e se possível, vez por outra, dançar um pouco, como na cena final. Esse gaio realismo, esse desejo de encontrar a alegria apesar de tudo, é o que fica e o que faz com que um filme sobre a morte consiga afirmar a vida de maneira tão forte. A impressão final é que Petra, diretora e irmã, fez e foi feita pelo filme, um pouco como aquela imagem em que uma mão desenha outra mão e é por ela desenhada. Sem a diretora, Elena não existiria; sem Elena, minha impressão é que a diretora seria mais triste, a vida presa a um luto sem resolução. Do ponto de vista do espírito, ela também seria mais pobre, pois não teria a experiência de haver realizado um dos mais bonitos filmes a que assisti em muito tempo.”

João Moreira Salles
Diretor de ”Santiago”

“Um dos mais belos (e dolorosos) documentários brasileiros dos últimos anos.”

Folha de S.Paulo

“ELENA fala das perdas vivenciadas na carne com um talento e uma coragem pouco comuns.
Ecoa fortemente dentro da gente, dor para curar a dor.”

O Globo

“Um filme que eu gostaria de ter feito. Me deixou arrepiado várias vezes, porque é um filme sobre a dor e a incompreensão da morte. E a morte não deveria existir.”

Ignácio de Loyola Brandão

“Primeiro, há três mulheres misturadas. Depois, existe a busca e a separação.
Elena agora é memória. E a memória é uma casa viva. É um dos mais belos documentários que eu já vi.”

Eliane Brum
Jornalista e documentarista

“Surpreendente e lírico. ELENA mantém a intimidade ao máximo.”

Filmmaker Magazine

Sabe qual a melhor parte? Ele estréia em todo o Brasil dia 10 de maio! 😉

Quer saber mais? Acesse: http://www.elenafilme.com/

@Mikebigode 

Ladies Avengers

Todo mundo gosta de uma super-heroína, e alguém achou que o grupo de Os Vingadores estava precisando de mais algumas. Então, algumas beldades do cinema vestiram o uniforme e se apresentaram para a batalha! Apesar de eu preferir a beleza dos heróis originais (:P), confira as Ladies Avengers:

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Autor desconhecido. Imagens via Designstore

Gabriela Araújo

Faroeste Caboclo Trailer e data de lançamento!

Os fãs de Legião Urbana já podem se animar, o filme Faroeste Caboclo já tem data de estréia (30 de maio) e trailer também! O ator Fabrício Oliveira  viverá no longa metragem João do Santo Cristo, personagem de Renato Russo. E Isis Valverde interpretará Maria Lúcia!

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A trama seguirá fiel à Saga de João do Santo Cristo. Desde sua partida de sua cidade natal, passando pela vida no crime e o encontro com Maria Lúcia.

Os autores são Marcos Bernstein e Victor Aterino e a direção de René Sampaio.

Vamos aguardar!

@GuilhermeDangel

Filmes recentes – Cartazes Retrô

É procurar na internet e se deparar com milhares de imagens incríveis feitas por diferentes designers! A ideia deste tipo de criação consiste em fazer uma brincadeira com o passado e presente!

Tudo surgiu quando o artista Peter Stults imaginou como seria se Pulp Fiction e Avatar se tivessem sido lançados em outros tempos, mais precisamente na década de 50. A partir daí, Peter começou a criar imagens altamente realistas seguindo a linha “Vintage Funky” e tipografia!

O resultado é muito bacana, assim como o poster de Sin City, que na ocasião traz como atores principais Sean Connery e Burt Lancaster! Ainda podemos ver Avatar com William Shater e natalie Wood, entre outros. Confiram:

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É uma pena que as imagens ainda não sejam comercializadas, porque daria uma coleção incrível de clássicos do cinema!

@GuilhermeDangel

FILMography

Está rolando um projeto muito bacana do fotógrafo Christopher Moloney chamado FILMography. A ideia na verdade é fotografar ruas e lugares conhecidos de filmes famosos. Isso surgiu a partir do seu dia a dia, quando começou a perceber que os tais lugares por onde passava, eram familiares e várias cenas haviam sido gravadas por lá. A partir daí, imprimiu várias películas e as posicionou  na frente do local atual, fazendo uma brincadeira entre passado e presente! E o resultado foi este:

Ghostbusters - 1980

Ghostbusters – 1980

Ghost - 1990

Ghost – 1990

Breakfast at Tiffany's - 1961

Breakfast at Tiffany’s – 1961

Spider-man 3 - 2007

Spider-man 3 – 2007

Fonte: cinetoscopio.com

@guilhermedangel