Um conto publicitário…

Trimmmmmmmmmmmm, o relógio desperta, com movimentos lentos, descoordenados e desmotivados você se levanta.
Com a impressão de que tudo não passa de mais um momento do seu sonho, desnorteado você deita novamente e implora por mais 5 minutos. Adormece…

Acorda, agora revigorado pronto para mais um dia, abre os olhos, vê o sol batendo nas suas pernas descobertas, com toda a calma do mundo pega seu celular e vê as horas, ainda tranquilo percebe que os 5 minutos tão implorados antes, se tornaram 50! Ainda calmo, se levanta da cama, de repente cai em si…

Tropeçando em seus próprios pés, desesperado com o mundo, corre em direção ao banheiro, liga o chuveiro, sem notar aciona apenas a água fria, entra no box, toma um choque térmico, acorda de vez…

Em apenas 10 minutos consegue ficar pronto, pega suas coisas e corre, chega ao ponto, espera o ônibus, entra, fica de pé, está quente, apertado, insuportável…

Você chega à estação, espera o metrô, entra.
Em meio a milhares de pessoas atrasadas e desesperadas assim como você, surge um lugar vago, você senta.

Em meio a conversas, barulhos, chiados, você acessa seu email, em busca de bombas que possam ter acontecido enquanto você não estava na agência, por um momento se lembra de que na hora destas possíveis bombas você estava dormindo um “pouquinho” a mais, em meio a emails internos e outros há um, um só email que se auto intitula URGENTE.
Você o abre, lê, se desespera, olha o relógio, vê a estação, entra em pânico.

Você chega até o destino, desce as pressas, corre até a agência, e lá chega.

Em meio a milhares de papéis, bonecos, desenhos, mimos e etc, o email abre! Aquele que era urgente, realmente tinha sua urgência, mas essa era para o exato momento o qual você adormecia novamente.

Em seguida chega mais um email, com o nome de “Fila de jobs” você o abre.
Lá estão às tarefas do dia, 3 delas já tinham de ser entregues enquanto você não estava lá.

Você corre, clica, aperta, digita, pensa, envia.

São 20:00, você vai embora.

E assim dia após dia, você vê a sua vida passar, sem ao menos ela passar…

E você chama isso na maioria das vezes de vida…

Eu chamo de Publicidade e Propaganda.

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@mikebigode

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Sobre MikeBigode

Publicitário, Social Media, Rockeiro, Fundador e editor-chefe do Publicitário Pobre! "Follow me and break rules!" ~ @MikeBigode ~

7 pensamentos sobre “Um conto publicitário…

  1. Muito exagerado. Algumas verdades, embora, se você pegar as partes boas da profissão e aumentar igual fez com as negativas, prova-se porque trabalhamos com publicidade e propaganda.

  2. Ruim. Mal escrito, erros crassos de português (“se tornarão” no lugar de “se tornaram” e, o pior, “desse” no lugar de “desce). Pra quê as reticências no final de todos os parágrafos? Como se ainda fosse pouco, a história é pobre e o final, previsível.

  3. Olá Mike, tudo bem?
    Parabéns pelo texto, ficou ótimo e retrata a realidade de uma forma bem humorada e direta.

    Para os que criticaram erros de concordância e gramática, concordo com vocês, mas na boa sem essa de moralismo, pois garanto que todos que leram o texto até o fim se imaginaram em cada uma das cenas descritas. Ou estou errado?

    Parabéns mais uma vez Mike.

  4. Achei exagerado. Ainda estou na faculdade, então prefiro criar uma imagem diferente para criar uma realidade diferente. De qualquer maneira, achei muito divertido. (:

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